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terça-feira, setembro 27, 2005

Notícias sobre a Máfia do Lixo

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O blog do César Maia (http://cesarmaia.blogspot.com) está cada vez melhor no acompanhamento da apuração da Máfia do Lixo. Ele não perde uma ...
Vejam:
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República do Lixo: e Quando Vier a Testemunha-Bomba Que Levava o Dinheiro?! 1
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Estado de Minas.
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Análise feita pelos técnicos da CPI dos Bingos deve confirmar o pagamento de propinas pela Leão Leão, empresa acusada de fazer parte da chamada “máfia do lixo” em dez prefeituras paulistas, incluindo a de Ribeirão Preto na gestão do ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Segundo o levantamento, dados da quebra de sigilo bancário da Leão Leão já comprovariam, por enquanto, o pagamento de propina para a prefeitura de Sertãozinho, município vizinho a Ribeirão Preto.
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A investigação está sendo feita com o apoio dos promotores do Ministério Público de São Paulo. A movimentação bancária de empresa está sendo cruzada com uma planilha entregue à CPI pelo promotor Aroldo Costa Filho, que investiga a participação da Leão Leão no esquema. O documento, apreendido na empresa pelo MP, demonstra o pagamento de R$ 50 mil entre os meses de maio e dezembro (sem mencionar o ano) para a prefeitura de Ribeirão Preto, outros valores para prefeituras da região onde a empresa também foi prestadora de serviços e contém nomes de vereadores com beneficiados. Disse Buratti: “A comissão era em cima dos contratos. O dinheiro saía da empresa com nota fiscal de prestação de serviço ou então era retirado do caixa com notas frias”.
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República do Lixo: e Quando Vier a Testemunha-Bomba Que Levava o Dinheiro?! 2
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Estado de Minas
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Documento apreendido pelo Ministério Público demonstra o pagamento de R$ 50 mil entre os meses de maio e dezembro
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Hoje, a CPI dos Bingos retoma os depoimentos relacionados com a máfia do lixo, ouvindo o diretor-superintendente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Donizete Rosa, e do ex-gerente-financeiro da gráfica Villimpress, Luciano Maglia. Rosa tem o nome citado várias vezes nas conversas grampeadas a pedido do Ministério Público (MP) em São Paulo, durante a investigação de um esquema envolvendo licitações de coleta de lixo. Ele aparece nas conversas como intermediador de contatos feitos entre a prefeitura e a Leão Leão, acusado de fraudes em concorrência pública. Foi Rosa quem substituiu o ex-secretário de Governo da administração municipal Rogério Buratti no cargo na gestão de Palocci como prefeito, quando ele teve de deixar a função, depois de ter sido acusado de fraudar licitações. Dados do sigilo telefônico de Buratti revelaram que Rosa ligou sete vezes para o advogado em 2003, quando presidia a Câmara de Ribeirão Preto e recebeu do advogado outras cinco ligações. Em 2004, como secretário de governo da prefeitura, Rosa recebeu três telefonemas.